Editoriais
1 de Fevereiro

EDITORIAL: Contra a barbárie capitalista e pela revolução brasileira!

Reforçamos o chamado para o ano eleitoral de 2026: é tarefa dos comunistas utilizar o processo eleitoral como tribuna de agitação e propaganda proletária, subordinando a intervenção institucional à estratégia de organização independente da classe trabalhadora e à luta pela derrubada da burguesia e de seu Estado.

Política
4 de Fevereiro

Enlameado em escândalos de corrupção, Ratinho Júnior continua obstinado em vender a estatal de tecnologia Celepar

Como já denunciado anteriormente pela nossa redação, privatizações e contratos sem licitação tornaram-se marcas registradas do governo atual paranaense que vangloria-se de ser o estado que mais fez concessões, privatizações e PPPs do país.

Política
4 de Fevereiro

Novo aumento da passagem de ônibus em Campinas causa indignação

O anúncio do ajuste foi feito pela Prefeitura de Campinas junto à Transurc (a entidade privada que reúne as empresas de ônibus da cidade), no penúltimo dia do ano, discretamente em meio às festas.

Política
3 de Fevereiro

Lula e a distribuição de renda: como criar ilusões sobre um “capitalismo humanizado”

O Brasil pintado por Lula é um sonho alucinado, que parece querer impor à realidade social brasileira uma máscara de sucesso e avanço que absolutamente não se verifica na sociedade.

Internacional
3 de Fevereiro

Ataque à Venezuela escancara a nova fase da disputa imperialista pela hegemonia global

A base factual da ofensiva imperialista revela, mais uma vez, a completa anulação do direito internacional pela força bruta do capital monopolista.

Opinião
2 de Fevereiro

Em 2026 enterraremos as ilusões da multipolaridade?

Aos ideólogos do mundo multipolar e da defesa de um ‘Sul Global’ como ponta de lança na disputa com o imperialismo, já não é possível expor a sua linha sem cair em consideráveis contradições impostas pela realidade.

Amazônia
2 de Fevereiro

Terras-raras no Brasil: dependência ou transição energética?

O Brasil, considerado hoje o segundo país com maior potencial em terras raras no mundo, segue sem uma estratégia nacional consistente para o controle e o desenvolvimento desse setor, abrindo espaço para a atuação de empresas estrangeiras, especialmente norte-americanas.

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