EDITORIAL: Nem um voto de confiança
Em quatro anos, algumas promessas são recicladas, novas são feitas, algumas esquecidas. Mas o problema principal permanece o mesmo, porque o poder político permanece nas mãos da burguesia.

EDITORIAL: Nem um voto de confiança
Em quatro anos, algumas promessas são recicladas, novas são feitas, algumas esquecidas. Mas o problema principal permanece o mesmo, porque o poder político permanece nas mãos da burguesia.

O que a crise do STF nos ensina sobre a democracia burguesa?
Nenhum comunista sério deveria torcer para que o STF "se recomponha", tampouco comemorar sua crise como se fosse sinal de avanço revolucionário. As duas posições cometem o mesmo erro: tratam a crise institucional como se fosse o centro da luta de classes real.

EDITORIAL: Construir o jornal, construir o Partido, construir o futuro!
A condição de vanguarda se conquista na capacidade de compreender o movimento da sociedade, reconhecer suas contradições e organizar a intervenção do proletariado sobre elas.

EDITORIAL: Pela Reconstrução Revolucionária do Movimento Comunista no Brasil!
A construção de um Partido que esteja à altura das tarefas imediatas e futuras da classe trabalhadora segue sendo nossa tarefa fundamental.

EDITORIAL: O futuro dos trabalhadores é construído nas lutas
Na conjuntura imediata, o fortalecimento e a unificação das mobilizações pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada de trabalho aparecem como fundamentais.

EDITORIAL: As tarefas dos comunistas para o Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora!
Durante todo o mês de maio será preciso fortalecer as bases de organização, agitar a luta nos locais de trabalho, estudo e moradia, ocupar as ruas e reafirmar a independência política da classe trabalhadora diante dos interesses do capital.

EDITORIAL: Memória, luta e internacionalismo: o caminho de abril
Em um contexto de intensificação da luta ideológica, é fundamental armar nossa militância com teoria revolucionária e capacidade de intervenção prática, seja na disputa das entidades, nos locais de atuação e nos movimentos em que estamos inseridos.

EDITORIAL: Não fazer propaganda especial para as mulheres, mas sim fazer agitação socialista entre as trabalhadoras e trabalhadores!
O mês de março, quando organizamos o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, não pode ser reduzido a um ritual anual de reconhecimento abstrato.

EDITORIAL: Contra a barbárie capitalista e pela revolução brasileira!
Reforçamos o chamado para o ano eleitoral de 2026: é tarefa dos comunistas utilizar o processo eleitoral como tribuna de agitação e propaganda proletária, subordinando a intervenção institucional à estratégia de organização independente da classe trabalhadora e à luta pela derrubada da burguesia e de seu Estado.

EDITORIAL: Um ano novo de velhos problemas
Entramos em 2026 lidando com problemas que conhecemos há décadas e a generalização da violência na sociedade tem sua origem na luta de classes, e é vista também no plano internacional nos conflitos crescentes entre países, prelúdio para uma guerra imperialista generalizada.