EDITORIAL: Nem um voto de confiança
Em quatro anos, algumas promessas são recicladas, novas são feitas, algumas esquecidas. Mas o problema principal permanece o mesmo, porque o poder político permanece nas mãos da burguesia.

EDITORIAL: Nem um voto de confiança
Em quatro anos, algumas promessas são recicladas, novas são feitas, algumas esquecidas. Mas o problema principal permanece o mesmo, porque o poder político permanece nas mãos da burguesia.

EDITORIAL: Um ano novo de velhos problemas
Entramos em 2026 lidando com problemas que conhecemos há décadas e a generalização da violência na sociedade tem sua origem na luta de classes, e é vista também no plano internacional nos conflitos crescentes entre países, prelúdio para uma guerra imperialista generalizada.

EDITORIAL: Os rumos da luta de classes no Brasil
Do ponto de vista dos trabalhadores, qualquer estratégia, para merecer esse nome, precisa, no mínimo, apontar um caminho para derrotar os inimigos, rompendo com a utopia de fazer gestão social e diplomática da barbárie capitalista e imperialista.

EDITORIAL: Pinkwashing, greenwashing e… redwashing?
Entre os elementos que sustentam o capitalismo, a ideologia é certamente um dos mais centrais. Uma parte importante dos ataques ideológicos da burguesia é pintar suas medidas como “progressistas”, fingindo demonstrar preocupação social, mas, no fundo, mantendo o sistema em pleno funcionamento.

EDITORIAL: No mês da mulher trabalhadora, lutar contra a dupla jornada
Essa data, nascida como “dia da mulher trabalhadora”, representa muito mais do que um dia de “agradecimento” às mulheres: ela é um dia de luta pelo fim de toda forma de opressão que pesa sobre as trabalhadoras.

EDITORIAL: Carnaval sem clima de festa
Em uma época em que o Carnaval passou a ser “propriedade” empresarial, a resistência histórica das escolas de samba e das comunidades, bem como dos trabalhadores atingidos por essa verdadeira privatização da maior festa popular do país, se revela imprescindível.

EDITORIAL: E ainda assim… lutam!
É no movimento sindical que aprendemos importantes lições sobre o poder dos capitalistas. Mas é apenas avançando para a luta política que a classe trabalhadora pode exercer todo o seu potencial, o potencial de romper suas amarras, tomar o poder em suas mãos e construir o socialismo-comunismo.

EDITORIAL: 2025: como derrotar a escala 6x1 e reduzir a jornada de trabalho?
A questão que fica é: conseguiremos fazer de 2025 o ano em que derrotaremos a escala 6x1 e conquistaremos a escala 4x3 com jornada semanal máxima de 30h?

EDITORIAL: Enfim, às massas!
Por isso, precisamos converter a mobilização, que desponta de maneira expressiva, em uma grande Jornada de Lutas Contra a Escala 6x1, que amplie o grau de atividade e organização da nossa classe. Todos os trabalhadores, em particular os que trabalham nessa escala, devem exigir de seus sindicatos a adesão irrestrita e ativa a essa luta.

EDITORIAL: Enquanto o mundo queima, o capitalismo lucra!
A chave para entender isso tudo é a propriedade da terra: sem uma nacionalização completa das terras, rurais e urbanas, com o usufruto de pequenos produtores e comunidades tradicionais, uma irrestrita demarcação de terras indígenas, quilombolas e de comunidades de terreiro, e uma transição agroecológica para a produção rural e florestal, ficaremos sempre à mercê dos interesses capitalistas – e aí, a destruição será completa.